Fazia tempo que o sol não aparecia por essas bandas do país. No sudeste já estávamos meio que embolorando. Literalmente. E eis que, se opondo à maldição de Finados, tivemos um final de semana ensolarado e de quebra, com ondas. Impressionante como nossa tribo é movida pelas condições climáticas. No Guarujá, parecia verão. Foi uma prévia do que se espera para a temporada de janeiro. Essa cidade vai afundar. Aliás, já começou. Pela quantidade de buracos existentes na rua, temos um sintoma típico de autodestruição. Impressionante. Santos, nossa vizinha, parece o primo rico. Brilha.
Tem segurança. Que praga lançaram no Guaru, que nenhum político acerta? Bom, isso não tem nada a ver com surf, quer dizer, indiretamente até tem, mas deixa pra lá. Foi só um desabafo. Apenas e tão somente uma forma de dividir nossas esperanças de que haja uma mudança.
E por falar em mudança, 2010 promete trazer altas reviravoltas aos circuitos, hem? Adoro essas transições. Nem vou explicar aqui com detalhes quais são as novas para o próximo ano, porque ou você já sabe ou pode aproveitar para ler nesse site as novidades da Abrasp e do SuperSurf. O que interessa é que muita coisa mudou e no geral, para melhor. É claro que nem todos os atletas ficarão satisfeitos, mesmo porque seria impossível essa façanha. Nunca há só ganhos quando mudamos algo.
A parceria de 10 anos da ABRASP com a Abril rema agora em outra direção. Abril liga-se à ASP. Legal.
Tem tudo para dar certo. Com isso ganhamos 4 etapas de WQS no Brasil, aumentando assim a possibilidade de nossos atletas buscarem uma vaga para o ASP World Tour. O lado perigoso disso? As empresas não bancarem de forma coerente seus atletas para que eles possam se locomover até esses locais dos eventos. Sim, porque a ABRASP também fez novas parcerias. Entra o ano com um novo circuito e promove cinco etapas com premiação maior. Bom, levando-se em conta que muitos de nossos atletas ainda recebem patrocínio meia boca e muitas vezes dormem embaixo do palanque e comem um PF entre as baterias... Isso quando conseguem vender as bermudas que receberam como pagamento pelos serviços prestados ao patrocinador. Triste, mas é verdade. Vejo isso direto.
E não é de agora.
Já que o swell de mudanças vai invadir nossos picos, está mais do que na hora de mudarmos esse relacionamento fake entre patrocinadores e patrocinados. A empresa sabe que paga pouco, então não cobra postura e resultado do atleta. Esse, por seu lado, sabe que ganha uma merreca e não está nem aí quando perde uma bateria logo de cara.
Sai da água e vai tranquilamente pra balada, comemorar sua derrota. Incrível isso. Lógico que não é regra, mas essa situação é bem mais comum do que deveria, principalmente num país que se cobra tanto um título mundial. Pois é!
Por: Cris Shine
Douglas em: 03/11/2009 |
| Cara é impressionante oque aconteceu nesse feriado,nada contra quem quer se divertir, mas teriamos que ter um pouco de limite,a galera vem em bando 10 dentro de um carro,som no talo,bebida a rodo, bola ,musica alta etc,etc.. Como você diz,ja da para imaginar como será o verão.... vvviiiiixxxiiiii,,,..Mas que Netuno nos ajude e nos traga muita onda... tomara...... |
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